Professora Adjunta do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Membro do Programa Associado de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo - PPU UEM/UEL. Doutora em Habitat pela FAU/USP (2015) . Líder do grupo de pesquisa LAPHA - Laboratório de Pesquisa em Habitação e Assentamentos Humanos (UEM) desde 2011. Coordenadora do núcleo Maringá do BRCidades.
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Planos de Bairros (EP105)
Professora Adjunta do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Membro do Programa Associado de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo - PPU UEM/UEL. Doutora em Habitat pela FAU/USP (2015) . Líder do grupo de pesquisa LAPHA - Laboratório de Pesquisa em Habitação e Assentamentos Humanos (UEM) desde 2011. Coordenadora do núcleo Maringá do BRCidades.
Racialização e as Cidades de Fato (EP099)
Neste epsódio Jonh Max, professor da Universidade Estadual do Tocantins, fala sobre sua tese de doutoramento intermediando a interação entre afetos, negritude e cidade, mostrando um processo de produção do espaço urbano de base afetivamente racista, que condiciona o corpo negro a constantes situações de sofrimento. Insere nesta discussão a perspectiva da cultura de alicerce africano, onde a música ocupa um papel especial na vitalidade da cidade e na tomada de consciência do que é ser e existir como pessoa negra e a sua relação cotidiana na cidade.
Jonh Max Santos Sales
Economista (UFS), Tecnólogo em Saneamento Ambiental (IFS), Mestre em Planejamento Urbano e Regional (UFRGS) e Doutor em Planejamento Urbano e Regional (UFRJ). É professor da Universidade Estadual do Tocantins e desde 2006 participa de pesquisas e reflexões sobre o campo dos estudos urbanos e regionais, nas suas variadas dimensões.
Mobilização Política e Luta Pelos Direitos dos Povos de Terreiro nas Cidades de Fato (EP020)

Neste programa Thiago Hoshino fala sobre as tradições e contradições entre a cidade e o terreiro e mostra que em cada rito e oferenda, o espaço urbano é produzido, contestado e ressignificado, a partir de um conjunto de vozes e instrumentos simbólicos da (etnicidade. Fala sobre a segregação dos territórios tradicionais das religiões afro-brasileiras, em meio à perseguição e à discriminação históricas.
🎙️ Convidado: Thiago A. P. Hoshino
Thiago A. P. Hoshino é Doutor e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Paraná. Ele é pesquisador do LABÁ - Direito, Espaço e Política/Centro de Estudos da Constituição (CCONS/UFPR) e do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul (MALOCA/UNILA). Além disso, é associado do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU) e Conselheiro do IBDU para a Região Sul (2020-2022). Hoshino é membro do Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana (FPRMA) e da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (RENAFRO). Desenvolve pesquisa nas áreas de Direitos Humanos, Filosofia do Direito, Antropologia do Direito, História do Direito, Religiões de Matriz Africana e Direito Urbanístico/Direito à Cidade. Atua como professor universitário de pós-graduação e é membro do Conselho Editorial da Revista Anthropocenes: Human, Inhuman, Posthuman (University of Westminster Press). De 2013 a 2019, Hoshino foi assessor jurídico do CAOP de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado do Paraná. Atualmente, Hoshino é Ouvidor-Geral Externo da Defensoria Pública do Estado do Paraná e diretor jurídico do Conselho Nacional de Ouvidorias de Defensorias Públicas (2020-2021). Ele também integra o corpo de pareceristas da Revista de Direito da Cidade e da Revista Quaestio Iuris, ambas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, e da Revista Brasileira de Direito Urbanístico.
Thiago A. P. Hoshino é Doutor e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Paraná. Ele é pesquisador do LABÁ - Direito, Espaço e Política/Centro de Estudos da Constituição (CCONS/UFPR) e do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul (MALOCA/UNILA). Além disso, é associado do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU) e Conselheiro do IBDU para a Região Sul (2020-2022). Hoshino é membro do Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana (FPRMA) e da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (RENAFRO). Desenvolve pesquisa nas áreas de Direitos Humanos, Filosofia do Direito, Antropologia do Direito, História do Direito, Religiões de Matriz Africana e Direito Urbanístico/Direito à Cidade. Atua como professor universitário de pós-graduação e é membro do Conselho Editorial da Revista Anthropocenes: Human, Inhuman, Posthuman (University of Westminster Press). De 2013 a 2019, Hoshino foi assessor jurídico do CAOP de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado do Paraná. Atualmente, Hoshino é Ouvidor-Geral Externo da Defensoria Pública do Estado do Paraná e diretor jurídico do Conselho Nacional de Ouvidorias de Defensorias Públicas (2020-2021). Ele também integra o corpo de pareceristas da Revista de Direito da Cidade e da Revista Quaestio Iuris, ambas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, e da Revista Brasileira de Direito Urbanístico.
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